Por piso, PCCR e em defesa dos Aposentados, categoria protesta em frente à Casa Civil

Na manhã da sexta-feira (13) trabalhadores (as) em Educação Pública do Pará realizaram ato público em frente à Casa Civil. A manifestação teve por objetivo chamar a atenção do governo do Estado para a demora em responder as pautas de reivindicações já protocoladas e ignoradas pela gestão de Helder Barbalho.

O Sintepp repudia a ação do Comando da Polícia Militar do Estado que no início da ação tentou impedir que nossa estrutura de cadeiras e barracas fosse montada próxima a calçada do órgão, localizado na Av. Dr. Freitas, em Belém. É no mínimo lamentável que educadores sejam tratados desta maneira.

Além de representantes da SEDUC Sede e de diversos municipais paraenses, no ato havia um grupo significativo de aposentadas/os, que continua reivindicando a correção da Lei 9.322/21, aprovada por Helder e sua bancada na Assembleia Legislativa do Pará, e que impôs perdas salariais, além de reter reajustes salariais desta categoria que historicamente luta em sala de aula e na construção de uma ação-reflexão pedagógica para fazer valer o direito do povo paraense a educação pública.

O Barbalhinho, não somente mandou o poderio da PM para nos recepcionar e tentar nos coagir, como também ignorou novamente todas as nossas reivindicações. O midiático governador usou-se de toda sua assessoria governamental para nos enrolar.

Depois de horas aguardando a resposta sobre nosso pedido de audiência e sem receber o retorno da equipe de segurança, decidimos caminhar até o Palácio do Governador na Av. Almirante Barroso. No meio do caminho recebemos a informação de que seríamos finalmente recebidos.

O arrogante e vaidoso Helder, que brilha nos meios de comunicação com o slogan “Bora trabalhar?” não despende ao funcionalismo público a mesma garra. Além de nós da Educação, demais servidores continuam lutando por seus planos de carreira e avanços no reajuste e demais vantagens.

A inabilidade da equipe do governador, em nos fazer entrar na Casa Civil com uma comissão resumidíssima e nos deixar aguardando por um representante do Estado sem uma definição de horário para chegar comprova que o discurso panfletário da campanha eleitoral passada caiu por terra.

Ou os Barbalhos estão seguros com os números elevados do governador nas pesquisas de opinião eleitoral para outubro, ou sua estratégia para um provável segundo mandato será o de levar o carimbo de inimigo número 1 do servidor e dos serviços públicos no Pará.

Em nossa avaliação, a atividade veio para preparar nossa resposta em nossas escolas: Sr. Governador, não conte com nosso silêncio! Não aceitaremos a institucionalização do piso! Exigimos a celeridade na aprovação do PCCR da Educação. Saia da mídia e venha para o chão da escola!

Trabalhador/a em Educação paraense, a hora é agora! Venha fazer valer nossos direitos!

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