6% NÃO É REAJUSTE, É DESRESPEITO!

Enquanto o Governo do Estado faz propaganda de um “Pará inovador”, a realidade de quem faz a educação e o serviço público acontecer é de arrocho salarial. O reajuste de 6% proposto pelo Governo Helder Barbalho/Hanna Ghassan não cobre sequer as perdas acumuladas, muito menos a inflação dos alimentos e dos serviços básicos.

📉 A conta não fecha: O Pará consolidou-se como uma das unidades da federação com maior poder de fogo financeiro. Para o exercício de 2026, a Receita Total estimada na Lei Orçamentária Anual (LOA) projeta valores que reafirmam a solidez do caixa estadual. No entanto, o reconhecimento para quem faz a máquina funcionar é uma “esmola” que desvaloriza nossa carreira e dedicação.

Com o Estado tendo fechado o ano anterior com uma folga orçamentária bilionária (estimada entre 5 e 6 bilhões de reais), não há justificativa técnica ou financeira para um índice tão baixo.

O TAMANHO DO PREJUÍZO

O descaso do governo se traduz em números alarmantes que asfixiam o orçamento das famílias dos servidores:

*** 37% DE PERDAS ACUMULADAS: Segundo dados do DIEESE, categorias do funcionalismo público estadual já enfrentam um abismo salarial de 37%. Esse percentual representa o poder de compra que foi corroído e que o governo ignora ao propor apenas 6%.

*** 12% DE DÍVIDA COM O MAGISTÉRIO: O grupo do Magistério foi duplamente penalizado. O governo não repassou o reajuste do Piso Nacional nos anos de 2025 e 2026, acumulando uma dívida direta de 12% somente referente a este período.

*** Além disso, os funcionários de escola sofrem com perdas superiores a 13%, já que o reajuste não ocorreu em 2024 e 2025, agravando a situação agora em 2026.

Exigimos:
✅️Valorização real, com a correção imediata das perdas de 37%.

✅️Respeito ao Piso Nacional, com o pagamento dos 12% sonegados aos professores.

✅ Dignidade para quem constrói o Estado.

Governador, 6% não é valorização. É migalha! O serviço público merece respeito!

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