Greve na Educação de Jacundá

A greve é o último recurso a ser praticado pelos (as) trabalhadores (as) na defesa de seus direitos

Desde janeiro de 2022, com o retorno das aulas presenciais, o governo de Itonir Tavares retarda e descuida das diversas problemáticas da educação de Jacundá. Não seria ofensivo tamanho desleixamento, caso não tivesse dinheiro nos cofres da educação para manutenção e desenvolvimento do ensino, bem como tempo suficiente para organizar, planejar, propor e executar ações de fortalecimento e melhorias nas condições de trabalho, respeito e valorização. Afinal, foram dois anos sem aulas presenciais, com salários congelados e ainda sem suporte e aparato técnico para manter aulas online. O pouco da oferta remota de ensino que se tinha vinha do bolso do professor.

Assim, iniciamos o ano letivo de 2022 com esperanças e promessas, porém, poucas ou nenhumas mudanças: Escolas com reformas inacabadas, e as concluídas com vários problemas; lotações de servidores indefinidas; busca inativa de alunos; falta de reajuste salarial; não pagamento do piso salarial; entre outras problemáticas da educação.

Com isso, o limite do diálogo se esgota mediante a falta da presença de ações concretas. O governo vem protelando o reajuste do piso desde janeiro de 2022, período em que foi anunciado o percentual de 33, 24%. Assim como delonga a conclusão de reformas nas escolas.

Houve tempo suficiente de se fazer uma reorganização administrativa e tomada de medidas que viessem criar condições para o reajuste do Piso Salarial Nacional. Faltou coragem para a gestão assumir tal responsabilidade, com isso delegou tal atribuição para uma comissão formada por representantes do governo, Sintepp e Fundeb. E mesmo com os indicativos de ajustes na folha de pagamento apontados por esta comissão, se refuta em definir o pagamento para o mês de abril. Cabe lembrar que este foi o período acordado entre Sintepp e governo.

Portanto, a greve é uma necessidade frente aos vários descasos com a educação e com os educadores. Não podemos permitir que o governo “Pise e achate” ainda mais nossos salários e nossas condições de trabalho digno.

Pelo Piso

Pelas reformas concluídas nas escolas

Por melhorias no ensino público

Por valorização de todos os trabalhadores em educação

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