Sintepp Bragança volta a denunciar precariedade nas escolas estaduais

Manoel Julião Garcia e Dr. Francisco Paula Pinheiro são as mais problemáticas.

A Subsede do Sintepp em Bragança voltou a denunciar no início desta semana a gravíssima situação das escolas estaduais no município. Em agosto do ano passado já havíamos apresentado a precariedade de tais escolas, no entanto, lamentavelmente continuamos sendo solenemente ignorados pelo poder público.

A comunidade escolar da EE Manoel Julião Garcia continua aguardando a conclusão da reforma de seu prédio. Funcionando em prédio alugado, a unidade não tem carteiras suficientes, ainda que o local tenha espaço para alocar seus estudantes.

Comunitários reclamam da demora na reforma do prédio próprio e que as definições assumidas pela Seduc na obra estão sendo feitas sem a participação da comunidade, que recebeu, por exemplo, a informação de que a quadra da escola será finalmente construída, porém sem cobertura, deixando assim alunos e professores na mesma condição de precariedade no uso deste essencial espaço físico.

A localização dos banheiros dos alunos também continua sendo um grave problema, pois foram mantidos anexados à área do refeitório, ainda que insistentemente a comunidade tenha requisitado que tais ambientes sejam distanciados, por questões de garantia de higiene.         

Veja a fala da Coordenadora do Sintepp, profª Leia Pinto, que é lotada no Julião Garcia.

No caso da EE Dr. Francisco Paula Pinheiro, há mais de cinco anos a comunidade aguarda a conclusão da reforma. O que temos no local infelizmente é mais uma obra parada, com acúmulo de lixo, mato e animais peçonhentos. Abaixo imagens do terreno que deveria abrigar a unidade de ensino, mais um triste retrato do descaso e abandono com a educação pública.    

 

Pais, educadores e alunos de Bragança clamam ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar que intervenham junto à SEDUC e ao governo Helder Barbalho, visto que a demanda por matrícula, principalmente para alunos do 6º ao 9º ano nos bairros em que se localizam estas unidades de ensino é altíssima e pais e responsáveis estão peregrinando pelas escolas em busca de vagas para seus filhos, sem conseguir retorno positivo dada a super lotação das escolas em funcionamento.

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