Educadores de Prainha ainda sofrem com atrasos de salários.

O Sintepp Subsede Prainha informa que trabalhadoras (es) da Rede Municipal de ensino iniciarão na próxima terça-feira (21) greve. A Categoria encontra-se novamente com salários atrasados, desta vez o pagamento referente ao mês de maio. Tal situação já havia sido registrada em abril, quando o governo de Patricia Hage (PSDB) procedeu um acordo na Justiça com o Ministério Público, sem a participação do Sindicato.

A Coordenação da Subsede denúncia que os atrasos já viraram praxe. No final desta semana a Categoria procurou novamente por informações e justificativas acerca dos atrasos e ninguém da gestão municipal soube informar. A única resposta foi que “estão aguardando o posicionamento”. O fato que vem se evidenciando é que os trabalhadores não sabem de quem virá a replicação e por mais quanto tempo terão que esperar, dado o silêncio sepulcral do governo. Confirma-se mais uma vez que a atual gestora não tem respeito com a Categoria, tão pouco com o Sindicado que a representa. Um governo que infelizmente não respeita ninguém e tenta até mesmo dilubriar a justiça.

Agora na cidade comenta-se que existem educadores chamados “voluntários”. Os trabalhadores em educação prainhenses ressaltam que tal ação não se enquadrará aos efetivos, visto que não foi e nem será assinado nada para se trabalhar de graça, mesmo que assim pareça ser que a gestora pense ao atrasar os salários.

O Sintepp Subsede Prainha comunica também que, por meio de suas (seus) representantes, já buscou informações e explicações plausíveis para tais atrasos, sem êxito, e volta a repudiar a atitude irresponsável da atual gestão municipal, no que se refere ao pagamento dos servidores públicos da educação.

No início de maio a situação já havia sido denunciada, e Patricia Hage continuou ignorando os trabalhadores. Além do atraso de salários do mês de abril à época a prefeita pretendia retirar direitos, dentre os quais destacavam-se: exoneração de contratados; suspensão de licenças, inclusive a licença prêmio; suspensão de pagamento das gratificações e de horas-extras; redução de salários; e da participação dos servidores em cursos, congressos ou seminários. Essa medida atingiria a todas as categorias, além da educação.

Em assembleia geral no último dia 28.05 foi confirmado o estado de greve e apresentada a data de 21.06 (terça-feira) para início da greve. Ainda assim o governo continua sem dá respostas.

Geisi Dias

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