Governo Jatene|Helenilson foge da mesa de negociação com o Sintepp

Jatene | Helenilson: descaso e irresponsabilidade. Uma dupla do mal contra a educação pública. Hoje eles não apareceram na audiência agendada com a categoria. Alice Viana (Sead), Helenilson Pontes (Seduc), são os nomes dos representantes do governo do estado do Pará hoje na segunda semana de greve na rede estadual de ensino.

Jatene é o puro descaso e desdém em relação às mazelas sociais no Pará e a população sabe disso. Todas as vezes que as coisas apertam, prefere viajar para relaxar e praticar seu esporte favorito: não fazer nada!

Helenilson Pontes (irresponsabilidade) é um tecnocrata a serviço dos tucanos, daí já sabemos que quer enxugar a máquina pública (arrocho) pensando na sua carreira política, mais um que se serve da máquina para galgar prestígio político e assegura um cargo eletivo. Hoje briga internamente com os “capas” do governo para se consagrar o supersecretário tucano e acaba atrasando os possíveis avanços nas negociações com a categoria.

Depois de tudo certo para a reunião acontecer entre Sintepp x Sead e Seduc (08|04), na Secretaria Executiva de Educação, às 09h30minh, resolveram no final do expediente do dia 07 de abril, alterar o local da audiência para desmobilizar a categoria. Um golpe já conhecido e manjado pelos sem palavras do governo.

Neste momento, a categoria revoltada com a irresponsabilidade do governo ocupa as duas pistas da Av. Augusto Montenegro até que o governo fujão da tucanalha resolva dar as caras para assumir a audiência confirmada anteriormente. Veja o e-mail e as fotos da manifestação nesse momento.

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Sintepp Sindicato

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One Comment

  • Caros colegas profissionais da educação. Gostaria de nesse momento fazer uma reflexão acerca do movimento pela valorização da educação. É fato conhecido o descaso que o governo brasileiro (nas três esferas) tem com a educação. Também é obviamente necessário, que lutemos pelos nossos direitos como profissionais que almejam a sua valorização e a significa melhora da qualidade da educação nas escolas. No entanto, gostaria de deixar neste espaço um pensamento ou reflexão, para que nas próximas lutas que venhamos a travar com os nossos governantes possamos alcançar resultados melhores, principalmente quanto à imagem que precisamos preservar do profissional da educação em nossa sociedade. Vejo que seria interessante se houvesse mudanças na forma como nos mobilizamos. Por exemplo: vivemos a era da velocidade das mídias digitais. Precisamos que nossos alunos sejam nossos aliados. Que eles possam, com o devido tempo de antecedência, fazer registros audiovisuais das mazelas de suas escolas. Que eles possam, com a nossa orientação, criar grupos nas redes sociais para divulgar na rede essas mazelas, como vários alunos de outros estados já fizeram e conseguiram até repercussão nacional. Que nós profissionais da educação organizemos passeatas em massa, saindo de vários pontos diferentes da cidades numa manhã de domingo. Aqui penso que, quando você alcança vários pontos diferentes da cidade, a mobilização é muito maior. Numa manhã de domingo, você não penaliza a grande massa de trabalhadores que tem o direito de ir e vir para resolver seus problemas. Vejo que dessa maneira poderemos alcançar uma atenção muito maior das emissoras de televisão e , salientando a realização no domingo, ganhar também o reconhecimento da população em geral que perceberá a nossa preocupação em relação a ela. Dessa forma também, não perderíamos dias letivos, contribuindo para o apoio dos estudantes que se sentirão valorizados. Sei que essas medidas parecem audaciosas, mas acho que precisamos dar esse novo foco ou roupagem à nossa luta. Essa reflexão me veio à mente devido as repercussões que sempre temos após as greves. Somos rotulados pelos alunos, pela sociedade e nosso ano letivo vira um total atropelo, sem falar no aumento da evasão. Como disse no início, gostaria que essas palavras sirvam, para que, de alguma forma, possamos refletir sobre a eficácia da forma como nos mobilizamos atualmente. Será que a nossa forma de mobilização atual é a ideal ou precisa de mudanças?

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