Entidades repudiam fala de gerente comercial do Líder

Acompanhe as notas divulgadas por entidades sindicais em repúdio à fala do gerente comercial do Grupo Líder contra professores/as.

NOTA DE REPÚDIOADUFPA

Taxar as grandes fortunas e garantir o auxílio emergencial.

Mais uma atitude criminosa em redes sociais. Desta vez, partiu de um herdeiro e também gerente da rede de supermercados Líder, que defende que os recursos para o auxílio emergencial sejam retirados dos salários de professores e professoras, ao acusá-los de estarem sem trabalhar.

Os seguidores de Bolsonaro são negacionistas, anti-ciência, anti-educação pública e anti-Amazônia e suas populações. Defendem a taxação dos insumos necessários à produção da vacina mas aplaudem a não taxação da compra de armas e munições e a expansão da aquisição do número de armas por pessoa.

São anti-vacina mas furam a fila; são contra o uso da máscara porque não trabalham, vivem da exploração do trabalho de outros/as.

São contra recursos e investimentos públicos para a ciência, tecnologia e educação, única forma de garantir nosso desenvolvimento social com soberania.

Nós, professoras e professores somos trabalhadores/as da educação e continuamos trabalhando na pandemia com ensino remoto e nossa casa virou ambiente escolar, virtual. Vivemos a ameaça da Reforma Administrativa que representa o fim dos serviços públicos para atender e garantir direitos sociais básicos à nossa população.

Por isso, a ADUFPA está solidária às Professoras e Professores de todos os níveis de Ensino, de Instituições públicas e privadas e, defende:

#Abaixo a reforma administrativa PEC 32;

#Fora Bolsonaro e Mourão;

#Impecheament já;

#Vacina para toda a população;

#Retorno do auxílio emergencial;

#Revogação da emenda constitucional 95 (que congela por 20 anos os investimentos em saúde, educação e saneamento);

#Taxação das grandes fortunas;

#Boicote ao Líder.

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EXIGIMOS RETRATAÇÃO IMEDIATA DO GRUPO LÍDER!

O Sintepp Subsede Barcarena, repudia veementemente o ataque verbal feito pelo senhor Orimar Benedito Sousa Rodrigues aos professores. Segundo informações do Diário On-line, Orimar é Gerente comercial do grupo Líder, e segundo imagens no seu perfil público nas redes sociais, divulgado também pelo mesmo veículo de comunicação, é eleitor de Bolsonaro.

Na linha do bolsonarismo, que constrói uma realidade paralela a realidade em que vive a maioria do povo brasileiro, Orimar fez uma afirmação descabida e ofensiva aos profissionais da educação. O bolsonarista afirma que os professores estariam “sem trabalhar há um ano”. E que, portanto, os custos do auxílio emergencial que o governo está pressionado a aprovar novamente deveria sair dos salários dos professores. Como se as aulas presenciais tivessem sido suspensas por vontade dos professores.

Em outro ataque de Orimar à categoria, ele compartilha uma postagem, exigindo “exoneração” dos professores, uma vez que, segundo a postagem se “professores de escolas públicas vão a bares, praias, shoppings…Mas não querem lecionar!”

Uma afirmação sem qualquer nexo com a realidade concreta do sistema público de ensino do Brasil e do Pará. Primeiro, pela simples razão de que a suspensão das aulas se deram em razão da pandemia, não por vontade dos professores. Segundo que, o retorno às aulas, depende exatamente da correta e responsável gestão da crise sanitária, que vem sendo, desde o início, sabotada pelo presidente Bolsonaro e seus seguidores negacionistas. Terceiro, que os professores e todos os trabalhadores da educação mantiveram suas atividades remotamente, ainda que muitas vezes, tirando dinheiro de seu próprio salário para pagar internet, comprar notebooks, celulares mais modernos.

Se tem servidores sem trabalhar neste país, não são os professores, mas o governo Bolsonaro e sua equipe de incompetentes, que não só não lideram o esforço nacional de combate a pandemia, mas se mostram os maiores aliados do vírus e do genocídio decorrente por ele causado.

Por isso, exigimos imediata retratação do Grupo Líder aos profissionais da educação pública. Ao mesmo tempo em que, orientamos os trabalhadores(as) da educação a boicotar a rede de supermercados do grupo, até que seja reparado as ofensas feitas à categoria.

Sintepp Subsede Barcarena


A SINDUEPA SOBRE ATAQUE ÀOS PROFESSORES E PROFESSORAS

O SINDUEPA vem a público manifestar seu total repúdio aos ataques proferidos aos e às docentes
do estado do Pará e do Brasil pelo Sr. Orimar Benedito Sousa Rodrigues, gerente comercial do
Grupo Líder. Sabemos que estes ataques se pautam em acordo com a política de guerra, deflagrada
pelo atual presidente da república, contra a educação e aos educadores.

A postura de negação da necessidade social das escolas e universidades, as mentiras proferidas
contra as instituições educacionais e seus docentes por parte do presidente e seus seguidores fazem
parte de uma política de desmonte da educação pública. Fazer a população desacreditar do
histórico papel social de formação humana pelo qual lutam bravamente as professoras e
professores brasileiros consiste, nada mais, que um projeto de negação do direito social à educação
pública ao povo brasileiro.

As afirmações do Sr. Orimar de que se deve retirar recursos da educação pública e punir, dessa
forma, os/as professores/as por não trabalharem durante a pandemia é, em primeira medida, a
alegação mais absurda que já se viu considerando que a educação pública brasileira já vem sofrendo
com cortes escandalosos no seu orçamento e durante a pandemia foi uma das áreas que mais
sofreu impactos no orçamento público. São os professores e professoras que estão há mais de cinco
anos sem nenhum reajuste salarial, enquanto a alta da inflação impacta suas vidas. Em segunda
medida, é mentiroso afirmar que os/as professores/as não trabalham na pandemia, pois, o que se
vê é uma sobrecarga de tarefas, cujo corpo docente foi levado a assumir, o que se vê é a invasão do
espaço doméstico e privado dos/das professores/as com reuniões, aulas, preparação de material
didático e pedagógico para a nova a realidade virtual e remota, formação de inúmeros grupos em
redes sociais (whatsapp e Telegram) para melhorar a comunicação com estudantes e famílias, e,
tudo isso, bancado por eles próprios já que nenhum governo garantiu as condições estruturais para
efetivação do ensino remoto. Com relação ao trabalho docente nas universidades, este não se
restringe ao ensino em sala de aula, permanecem em plena execução as pesquisas, programas e
projetos de extensão e atividades administrativas que são viáveis ocorrerem diante desta realidade.

Em todas as esferas, pública e privada, são os trabalhadores da educação e, em especial, os/as
docentes que buscam garantir a efetivação da educação em tempos tão difíceis, mesmo tendo
muitas vezes suas famílias devastadas pelo Covid 19.
Enquanto o Sr. Orimar ataca e acusa levianamente os/as professores/as, o Governo Federal segue
sem nenhuma política séria de proteção da população brasileira frente à pandemia. Continua
retirando direitos, como o do auxílio emergencial, continua com um processo de vacinação diminuto
frente à necessidade brasileira e o que faz o Sr. Orimar é tentar responsabilizar os trabalhadores da
educação por um problema que se agravou e se alargou por força da inoperância do governo
brasileiro em proteger seu povo, vitimando mais de 230 mil pessoas.

Quanto ao Grupo Líder que em sua nota pública afirma que “seus funcionários têm liberdade de
expressão”, mais uma vez desvia o foco e não assume sua responsabilidade pública de realizar uma
retratação perante às acusações levianas e infundadas de um de seus proprietários. Por isso,
declaramos nosso repúdio e conclamamos a todos/as os/as docentes a não mais contribuírem para
o enriquecimento desse grupo que demonstrou não ter qualquer respeito à dignidade de
professores e professoras!

#Fora Bolsonaro e Mourão

#Vacina para todos

#Respeite os professores


MAIS RESPEITO AOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO

O Sindquímicos, ao mesmo tempo que repudia as declarações irresponsáveis e desrespeitosas do Sr. Orimar Benedito Sousa Rodrigues, Diretor Comercial do Grupo Líder, manifesta sua solidariedade aos professores da rede pública de ensino em razão das agressões verbais proferida por esse senhor.

O Sr. Orimar, que é adepto do bolsonarismo, afirmou que os professores da rede pública estão a um ano sem trabalhar e que, portanto, deveriam ser exonerados, a fim de garantir o auxílio emergencial que o governo Bolsonaro está sendo pressionado a ceder em razão do aumento de pessoas que estão na pobreza e na extrema pobreza no país.

Sendo fiel a linha bolsonarista, que tem problema crônico de diarreia verbal, o Sr. Orimar, desconhece que desde a suspensão das aulas presenciais, os professores da rede pública desenvolvem suas atividades remotamente, mesmo sem ser dado as garantias para o desenvolvimento das aulas remotas dadas pelo poder público, e sequer formação para lidar com as novas mediações tecnológicas. Internet, computador, energia, impressões de materiais e tudo o mais, tem saído do bolso dos professores para garantir as atividades não presenciais.

O mais importante de tudo porém, é lembrar que as aulas presenciais se deram em razão da pandemia do novo coronavírus, e já estamos a mais de um ano de crise sanitária sem uma coordenação nacional que enfrente o problema que deu origem a suspensão das aulas, ao invés disso, o que temos é um presidente que atua para boicotar todos os esforços de proteção à vida, seja através da negação da ciência, da vacina, seja através do estímulo pessoal a promoção de aglomerações e desprezo pelos protocolos de distanciamento social e o uso da máscara para contenção da disseminação do vírus.

No meio da segunda onda da pandemia, Bolsonaro em vez de pensar e liderar um esforço nacional de enfrentamento ao vírus e seus efeitos perversos aos mais pobres, estava torrando bilhões do orçamento público na compra do congresso, se aliando com o centrão e suas pautas anti-povo.

Os professores da educação pública, não só não tem culpa da continuação da pandemia e da suspensão das aulas presenciais, como são vítimas diretas dela, já que muitos tombaram ou viram tombar entes queridos diante da inconsequência do governo e de apoiadores como o Sr. Orimar que negam a ciência e sabotam todos os esforços de controle da COVID-19.

Nos juntamos aos trabalhadores da educação pública do Pará, na exigência de retratação pública do Grupo Líder junto aos professores.

Sindquímicos

Geisi Dias

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