Categoria aprova Estado de Greve na rede estadual de ensino

Foi aprovada ainda Paralisação Estadual em 5 de março e participação na Greve Nacional da Educação de 18 de março, convocada pela CNTE.

Reunidas (os) em assembleia geral na manhã desta quarta-feira, 19, na EE. Augusto Meira, as (os) trabalhadoras (es) em educação da rede estadual aprovaram Estado de Greve. A atividade demarca o lançamento da campanha salarial 2020 e aponta para o imediato pagamento do piso e a revogação da Reforma da Previdência encaminhada por Helder Barbalho à Alepa no apagar das luz de 2019.

Foi repassada a agenda do Dia Internacional da Mulher, que em Belém realiza ato público em 8 de março, com concentração às 9h na Escadinha do Cais do Porto. A subsede de Bragança informou que realizará em 21 de fevereiro assembleia da rede estadual. Amanhã, 20, ocorrerá na OAB/Pa, a partir das 9h, uma audiência para debater a situação da Educação Pública no município de Belém.

Outro ponto crucial repetidamente debatido pelo plenário foi a lentidão na realização das reformas das escolas. Muitas unidades de ensino começaram o ano letivo sem a estrutura necessária para a oferta de alimentação escolar, com precariedade no transporte e com estruturas prejudicadas. Os constantes alagamentos de unidades de ensino, especialmente nas áreas de periferia também foram questionados. O que a categoria espera é que o governo informe quando as obras acontecerão, bem como qual o prazo para a conclusão das mesmas, que em alguns casos inviabiliza o ano letivo.

Foi aprovada ainda a publicação de quatro notas: apoio a greve nacional dos petroleiros, apoio a greve do Detran, apoio a greve da Cosanpa, solidariedade a jornalista da Folha de São Paulo Patricia Campos Mello e repúdio à Jair Bolsonaro por ofensas de cunho sexual a repórter que investiga a ligação da família Bolsonaro com as milícias.

A categoria avaliou as ações e mobilizações e após os informes gerais, informes das mobilizações do Sintepp no último período, informes jurídicos (que incluiram piso e reforma previdenciária) e intervenções do plenário, a categoria aprovou o seguinte calendário de mobilizações:

5 de março – PARALISAÇÃO ESTADUAL, com ato publico na Seduc.

18 de março – GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO.

26 de março – próxima Assembleia da categoria.

Geisi Dias

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One Comment

  • E sobre a Instrução NORMATIVA de LOTAÇÃO que prevê tirar AUTOMATICAMENTE as aulas suplementares no final do ano letivo? Isso É MUITO SÉRIO. Não estou vendo esforço em RESOLVER isso, ou seja, quando chegar no final do ano letivo e os salário dos servidores diminuírem como em um passe de mágica aí vão querer greve, briga etc. Esse descaso com esse tema tá estranho e preocupante.

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